A Universidade Pública se baseia no tripé: ensino, pesquisa e extensão. Na Letras, as duas primeiras pernas estão bem realizadas, mas a terceira quase inexiste. A extensão universitária é um instrumento importante para que o estudante estabeleça um diálogo entre o saber acadêmico e o saber gerado fora da universidade. Há projetos de extensão coordenados por professores da Letras, mas isto geralmente fica restrito a poucos alunos por falta de divulgação. Além disso, um projeto como o LEAL (letras alfabetizando) vive em um estado de letargia, apesar de haver dezenas de alunos interessados em participar. Por isso propomos:
- Rearticular o LEAL, de tal forma que ele se torne permanente e independa do voluntarismo de poucos e abnegados que tentam mantê-lo vivo;
- Criação de um grupo de trabalho que coordene e estímule a participação do aluno da Letras nos diversos programas existentes;
- Discussão sobre a necessidade de uma empresa júnior na Letras;
- Reivindicação à diretoria da FFLCH de apoio aos programas de extensão que alguns docentes desejam implementar mas não recebem o devido apoio da diretoria.